Andam sonhando por ai com coisas que um dia eu já sonhei, estão acordando suados como um dia eu acordei, sentem a dor que um dia eu senti e não posso mentir e dizer que sinto muito, pelo contrário, acho até bom porque assim sei que se eu tive sonhos desastrosos que me fizeram acordar com a boca seca e o choro contido não foi por minha culpa e fraqueza, mas sim porque você nos causa isso, Motivo.
Podia avisar que isso passa, o sono voltará a ser tranquilo, as dores irão desaparecer, e dará até para voltar a sonhar com coisas boas e você nem precisará mandar o Motivo para fora de sua vida, apenas o transfira para algum lugar do seu ser onde ele não te machuque, pois você aprenderá que ele não tem esse direito. Não, não avisarei. Deixe o mundo te ensinar como me ensinou!
Não escolhemos ter sonhos ruins, W... E tão pouco escolhemos quem amar, mas escolhemos empacar nossos dias nos arrependendo de coisas que já fizemos, decisões que já tomamos e caminhos que já seguimos, logo... NÃO ADIANTA A TRISTEZA TARDIA (principalmente quando a provocamos!)! Sempre temos a oportunidade de seguir em frente, mas a idéia de que o Motivo é feliz sem a nossa companhia faz com que o nosso ego estimule maus sonhos....
Já consigo dormir na paz... Acordar na alegria.. E viver na felicidade... E sempre que posso dou até um "alô" pro Motivo... Só para eu me lembrar SEMPRE do quão extremo ele pode ser entre o bem e o mal... Basta EU escolher qual deles eu deixarei participar da farra que é meu coração!
P.S.: Ok. Ninguém entendeu nada, eu compreendo... Não dá para entender MESMO! Melhorarei.
Preciso escrever, contar o que se passa comigo, como são os meus dias, o que eu penso sobre as coisas que me acontecem... Ahhh, aquiii é o meu cantinhoo... *_*
domingo, 31 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Ao acordar... Sensações.
Palavras desconexas... Lembranças deturpadas... Caminhos atropelados... Sonhos mal acabados... Verdades cortantes... Mentiras reluzentes... E apenas um coração batendo... forte... forte... forte...
Sinto-me acordada, coloco os pés no chão e sinto o arrepio frio percorrer todo um corpo cansado do longo tempo que passou dormindo... Era sonho, então?
Tento resgatar a minha memória e quanto mais vasculho mais borrada é a imagem e sinto que estou deixando escapar pelas minhas mãos suadas alguns dos momentos mais importantes da minha vida, mas eu não sei o que é, como aconteceu, o sentido, não sei nada... A única certeza é que nunca mais terei um sonho desses... Misto de alívio e dor.
Olho pela janela e vejo o ritmo alucinante do mundo e penso quanto eu perdi dormindo? Quantas cores deixei de enxergar? Quantos cheiros perdi a chance de sentir? Quantas pessoas eu mandei embora do meu quarto sem nem ter aberto a porta?
Não me lembro de quase nada desse sonho tão intenso, mas sei que nunca mais serei a mesma agora que acordei. Sinto que algo mudou profundamente dentro de mim e que deixei dormindo parte de quem eu lembro ter sido, mas que não conseguiu sobreviver a batalha da vida e de suas rasteiras.
Vejo um flash e com ele as lágrimas, mas não são lágrimas de dor e sim de experiência, de vida vivida, de momentos reais que criei na minha imaginação.
Suor. Frio. Calor. Sede. Fome. Pressa...
Quantas sensações deixei de sentir para dormir esse sono profundo? O que será que perdi do mundo? Será que dormi muito tempo? Acho que tempo o suficiente para não ver a minha transformação de menina sonhadora e romântica para mulher batalhadora e fria!
Sinto uma vontade de vida... Parece que quero fazer agora tudo o que eu abandonei um dia para ficar sonhando!
...
Sinto-me acordada, coloco os pés no chão e sinto o arrepio frio percorrer todo um corpo cansado do longo tempo que passou dormindo... Era sonho, então?
Tento resgatar a minha memória e quanto mais vasculho mais borrada é a imagem e sinto que estou deixando escapar pelas minhas mãos suadas alguns dos momentos mais importantes da minha vida, mas eu não sei o que é, como aconteceu, o sentido, não sei nada... A única certeza é que nunca mais terei um sonho desses... Misto de alívio e dor.
Olho pela janela e vejo o ritmo alucinante do mundo e penso quanto eu perdi dormindo? Quantas cores deixei de enxergar? Quantos cheiros perdi a chance de sentir? Quantas pessoas eu mandei embora do meu quarto sem nem ter aberto a porta?
Não me lembro de quase nada desse sonho tão intenso, mas sei que nunca mais serei a mesma agora que acordei. Sinto que algo mudou profundamente dentro de mim e que deixei dormindo parte de quem eu lembro ter sido, mas que não conseguiu sobreviver a batalha da vida e de suas rasteiras.
Vejo um flash e com ele as lágrimas, mas não são lágrimas de dor e sim de experiência, de vida vivida, de momentos reais que criei na minha imaginação.
Suor. Frio. Calor. Sede. Fome. Pressa...
Quantas sensações deixei de sentir para dormir esse sono profundo? O que será que perdi do mundo? Será que dormi muito tempo? Acho que tempo o suficiente para não ver a minha transformação de menina sonhadora e romântica para mulher batalhadora e fria!
Sinto uma vontade de vida... Parece que quero fazer agora tudo o que eu abandonei um dia para ficar sonhando!
...
domingo, 10 de julho de 2011
E dentro do coração eu sinto que a órbita do meu mundo não é mais a mesma...
Não adianta ficar mantendo ilusões, agora tudo é tão claro que me cega... Preferia acreditar que seria para sempre, mas do jeito que EU escolhi o final:
Eu e você, velhinhos, conversando no terraço sobre nossas vidas, nossas experiências, nossos caminhos... hahahahahahahaha.. Que estupidez, Dona Letícia!
As pessoas entram nas nossas vidas, mas nao podemos obrigá-las a ficar... Por mais feliz que tenha sido... Humpf, nossos verbos já estão no passado, meu bem.. e eu nem sei quando isso se instalou nas nossas vidas como lei, mas ok, leis foram feitas para se cumprirem... E eu cumprirei mais essa, porém me perdoe, mas eu não posso mudar.. Já mudei tanto e sinto tanta falta de quem eu era antes de toda essa história que mudar mais uma vez será a certeza de que eu me perdi definitivamente, e se você não quer se encontrar, eu entendo, mas eu PRECISO me encontrar... Estou com saudades de mim!
Não tenho mais o mesmo pique de antigamente para ir atrás, lutar, querer, tentar... Já me sinto idosa nessa nossa história, só tenho milhares de rugas que lembram-me cada bom momento, mas não tenho mais força nas pernas para caminhar até você, até porque você não é mais VOCÊ!
E eu não me alimento da sua dor, dos seus problemas, eu me alimento da sua verdade, da sua face sem mentiras...
É isso, pela primeira vez em muiiiiito tempo não enxergo saída e nem tenho coragem para ir procurá-la!
E como um dia você me ensinou (entre tantas outras coisas):
UM BEIJO E UM QUEIJO!
Não adianta ficar mantendo ilusões, agora tudo é tão claro que me cega... Preferia acreditar que seria para sempre, mas do jeito que EU escolhi o final:
Eu e você, velhinhos, conversando no terraço sobre nossas vidas, nossas experiências, nossos caminhos... hahahahahahahaha.. Que estupidez, Dona Letícia!
As pessoas entram nas nossas vidas, mas nao podemos obrigá-las a ficar... Por mais feliz que tenha sido... Humpf, nossos verbos já estão no passado, meu bem.. e eu nem sei quando isso se instalou nas nossas vidas como lei, mas ok, leis foram feitas para se cumprirem... E eu cumprirei mais essa, porém me perdoe, mas eu não posso mudar.. Já mudei tanto e sinto tanta falta de quem eu era antes de toda essa história que mudar mais uma vez será a certeza de que eu me perdi definitivamente, e se você não quer se encontrar, eu entendo, mas eu PRECISO me encontrar... Estou com saudades de mim!
Não tenho mais o mesmo pique de antigamente para ir atrás, lutar, querer, tentar... Já me sinto idosa nessa nossa história, só tenho milhares de rugas que lembram-me cada bom momento, mas não tenho mais força nas pernas para caminhar até você, até porque você não é mais VOCÊ!
E eu não me alimento da sua dor, dos seus problemas, eu me alimento da sua verdade, da sua face sem mentiras...
É isso, pela primeira vez em muiiiiito tempo não enxergo saída e nem tenho coragem para ir procurá-la!
E como um dia você me ensinou (entre tantas outras coisas):
UM BEIJO E UM QUEIJO!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Entender?! Hãããn?!
Letícia: "Vamos fazer um combinado?
Vamos deixar rolar ate onde a gente conseguir, ok?"
E o que importa se eu não sei ser uma amiga engraçada e fútil?
O que importa se não me sinto à vontade para perguntar nem se está tudo bem?
Sossega Letícia, "nada disso deve abalar seu mundo" (sim, eu li isso! hahahahaha) ... O meu mundo sempre foi ligado àquele mundo, é difícil entender que não dá para enxergar de modo separado?!
E eu queria escrever tantas coisas, mas não... São bobagens, tá tudo certo e eu tô deixando rolar! ;D
Vamos deixar rolar ate onde a gente conseguir, ok?"
E o que importa se eu não sei ser uma amiga engraçada e fútil?
O que importa se não me sinto à vontade para perguntar nem se está tudo bem?
Sossega Letícia, "nada disso deve abalar seu mundo" (sim, eu li isso! hahahahaha) ... O meu mundo sempre foi ligado àquele mundo, é difícil entender que não dá para enxergar de modo separado?!
E eu queria escrever tantas coisas, mas não... São bobagens, tá tudo certo e eu tô deixando rolar! ;D
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Vontade de falar... Ou apenas sentir...
Saudade de quando as coisas não seguiam padrões e eu podia viver de intensidade...
Estranho poder falar, mas não conseguir dizer... Sentar e não conseguir escrever é como se metade de mim não existisse...
E talvez não exista.
Foram anos da minha vida vivendo como uma inabalável romântica e as coisas aconteceram de maneira tão errada que eu não enxerguei que era o certo.
Hoje evito me encontrar, conversar comigo, saber de mim, me ouvir, me sentir, porque tudo isso causa dor e descubro diariamente que não sei lidar com essa palavra curta e carregada de experiências!
Já chorei para aliviar... Já chorei pq senti saudade.. Já chorei porque queria comigo... Já chorei pedindo para ir embora... Já chorei implorando para ficar... Já chorei porque eu não queria mais querer... Já chorei porque eu queria querer o que eu não quero... E depois de tanto chorar, só me restou chorar sem lágrimas e eu sempre soube que uma pessoa sem lágrimas não vive... apenas faz uma passagem pelo mundo...
Sou passageira, espero as portas do trem da vida se abrirem para mim e assim eu conseguir descer e ter a certeza de que cumpri a minha passagem, mas que sou livre para voar novamente longe desse meu trem que hoje é lotado de mágoa, incompreensão e amores não-amáveis!
Decidi te deixar, não por fraqueza, mas por respeito... Eu não tenho espaço na sua vida e no meu coração amigo não cabe tanta dor e impotência. Evitemos a obrigação de mantermos aqueles pactos um dia feitos e acreditados e compreendemos que nossas vidas não se completam.
Ah. Quanto tempo não escrevia coisas incoerentes para me resgatar?! Que bom me sentir quase Letícia novamente.
Saudade de quando as coisas não seguiam padrões e eu podia viver de intensidade...
Estranho poder falar, mas não conseguir dizer... Sentar e não conseguir escrever é como se metade de mim não existisse...
E talvez não exista.
Foram anos da minha vida vivendo como uma inabalável romântica e as coisas aconteceram de maneira tão errada que eu não enxerguei que era o certo.
Hoje evito me encontrar, conversar comigo, saber de mim, me ouvir, me sentir, porque tudo isso causa dor e descubro diariamente que não sei lidar com essa palavra curta e carregada de experiências!
Já chorei para aliviar... Já chorei pq senti saudade.. Já chorei porque queria comigo... Já chorei pedindo para ir embora... Já chorei implorando para ficar... Já chorei porque eu não queria mais querer... Já chorei porque eu queria querer o que eu não quero... E depois de tanto chorar, só me restou chorar sem lágrimas e eu sempre soube que uma pessoa sem lágrimas não vive... apenas faz uma passagem pelo mundo...
Sou passageira, espero as portas do trem da vida se abrirem para mim e assim eu conseguir descer e ter a certeza de que cumpri a minha passagem, mas que sou livre para voar novamente longe desse meu trem que hoje é lotado de mágoa, incompreensão e amores não-amáveis!
Decidi te deixar, não por fraqueza, mas por respeito... Eu não tenho espaço na sua vida e no meu coração amigo não cabe tanta dor e impotência. Evitemos a obrigação de mantermos aqueles pactos um dia feitos e acreditados e compreendemos que nossas vidas não se completam.
Ah. Quanto tempo não escrevia coisas incoerentes para me resgatar?! Que bom me sentir quase Letícia novamente.
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